Passaram mais de quatro meses desdes as últimas eleições para a Assembleia da República período atribulado da política, com derrube do Governo do PSD e CDS, tomada de posse de António Costa, dissolução da coligação de direita, discussão com Bruxelas dp orçamento para 2016 e a sua aprovação por uma maioria de esquerda hostilizada por tudo quanto é direita. Entretanto, Passos Coelho, após dissolução da coligação divaga por aí vestindo ainda a fatiota de primeiro-ministro sem saber bem o que lhe aconteceu a não ser que foi eleito por larga maioria para líder do PSD coisa de que mais tarde, esperemos, não se venha a arrepender. E agora também a sua antiga ministra das finanças envolta em problemas de ética por ter arranjado um tacho numa empresa com que teve relações e contactos enquato ministra.
Durante este tempo dediquei-me a escrever um trabalho sobre o comportamento eleitoral do voto os partidos com assento na Assembleia da Repúblicano que se enquadra no âmbito da geografia eleitoral, e estatística comparativa, partindo dos resultados eleitorais de outubro de 2015 em Portugal continental. Para os eventualemnte curiosos e interessados podem consultar em Comportamento eleitoral e indicadores regionais.pdf
É um trabalho que, por ser especializado e técnico, interessará a muito poucos, e enfadonho para a maior parte das pessoas. Contudo, oportunamente, redigirei um texto mais acessível e de fácil compreensão para a maior parte das pessoas.
Até lá há outra vida para além da dívida, do défice, da economia e da sociologia que condicionam a mudança nas intenções do voto.
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