
Mas há uma coisa estranha: o que levará eleitores a escolher líderes com suspeita de pouca transparência nos seus negócios e a votar na AD de Luís Montenegro. É um fenómeno intrigante: eleitores que, mesmo diante de suspeitas públicas sobre a falta de transparência de determinados partidos ou líderes políticos, como é o caso de Luís Montenegro que provocou instabilidade política com receio de um inquérito parlamentar, mas continua a tendência de ser apoiado nas urnas. Qual é a ética desses eleitores Esta realidade levanta questões sobre os fatores que influenciam o comportamento eleitoral e os limites da moralidade política na prática cotidiana. Faz lembrar que o "quem não se sente não é filho de boa gente".
Não, esta não é uma apologia ao voto no CHEGA, nem pretende desviar o sentido de voto para este partido cujo programa, mesmo que bem espremido, já não deita nada.
Boa tarde, Manuel
ResponderEliminarQuarenta e nove anos a apelar ao "Voto Útil".
Quarenta e nove anos a dizerem-nos (PS, AD) que os seus dirigentes são candidatos a primeiro-ministro.
Quarenta e nove anos de "mensagens fraudulentas" só poderia acabar aqui: no Ora governo eu (AD), ora governas tu (PS) e vice-versa.
Há dias recebi este comunicado
«FrAgL - Frente de Agitação e Luta
Comunicado 13
2025/MAI/18
VAMOS VOTAR PARA ELEGER DEPUTADOS.
NÃO VAMOS VOTAR PARA ELEGER UM PRIMEIRO MINISTRO
Uns assustam-nos com um Governo AD, então devemos votar PS.
Outros amedrontam-nos com um Governo PS, então devemos votar AD.
É com a chantagem do medo que pretendem ter mais votos.
Não tenhamos medo no momento de votar em consciência.
Não te traias. Vota no teu partido, não participes na fraude do voto útil.»
Não posso concordar mais. Já é tempo de se votar em mal menores. Votar em males menores trouxe-nos a este pantanal.
Zé Onofre
Nada como ir ver os programas dos partidos para verificar se realmente é assim como diz.
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