
Luís Montenegro parece estar determinado em mostrar um PSD com um olhar para o futuro, mas mostra ter mais confiança no passado a que recorre na campanha eleitoral. Estes, os que ele chamou, são escolhas do passado para atrair os solitários militantes ou eis militantes do partido que nada terão para oferecer a não ser comentar políticas clubistas partidárias.
Se a AD ganhar quem vai perder seremos todos. Uma coisa é certa, a direita terá maioria na Assembleia da República, sim, porque não nos podemos que esquecer que os votos no Chega também contam.
Luís Montenegro está focado em olhar para o futuro, mas parece querer um regresso às políticas do passado. As propostas que ele diz poder executar são uma ficção tendo em conta a adversidade que pode ocorrer devido aos conflitos internacionais que poderão condicionar o Orçamento do Estado. Há que ter em conta a rubrica destinada à defesa que já foi debatida na U.E. que terá de ser aumentada restando menos para o cumprimento de promessas. Se essa adversidade acontecer, o que é o mais provável, Montenegro terá uma desculpa para não poder executar essas promessas.
Não basta dizer nem prometer, é saber se se pode fazer e cumprir. Se a velha AD ganhar a ver vamos se as promessas se cumprem! Se assim for, de qualquer modo, teremos de esperar sentados porque só lá para 2028, antes de novas eleições.
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